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Após se envolver em acidente em Curitiba, ex-BBB Diego Alemão é denunciado pelo MP por embriaguez ao volante e outros crimes | Paraná

O ex-BBB Diego Gásquez, conhecido como Diego Alemão, que se envolveu em um acidente, em Curitiba, foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) pelos crimes de embriaguez ao volante, lesão corporal, desacato e ameaça.

O G1 tenta contato com a defesa do ex-BBB.

A denúncia foi oferecida e assinada pelo promotor Fábio Andrades Gameiro, na segunda-feira (26). Até a manhã desta terça (27) não havia decisão da Justiça sobre o caso.

O ex-BBB chegou a ser preso no dia 18 de abril, quando ocorreu o acidente, e solto um dia depois após pagar fiança de R$ 7 mil. Em maio, ele foi indiciado pela Polícia Civil pelos mesmos crimes.

O acidente aconteceu na Rua Alencar Guimarães , no bairro Santa Quitéria, e envolveu o carro do ex-BBB e do motorista de aplicativo Fábio Reis Rosário.

Quando os policiais chegaram ao local da batida, Alemão se recusou a fazer o teste do bafômetro. O delegado Leonardo Carneiro disse que o ex-BBB deu um soco no motorista de aplicativo e desacatou a equipe.

O motorista Fábio Rosário disse que o carro dele estava estacionado aguardando ser chamado para corridas, quando foi atingido pelo veículo de Diego Alemão. Ele também relatou que Diego insistiu para que a polícia não fosse chamada, e o agrediu no rosto.

Quando os policiais chegaram ao local do acidente, Alemão se recusou a fazer o teste do bafômetro. Em um áudio, um policial militar que atendeu o ocorrido contou sobre as ameaças e desacato. “Ele não atendeu de forma educada a todo momento que eu e meu companheiro de equipe pedimos”, relatou.

No dia 22 de abril, três homens suspeitos de extorquir Diego Alemão foram presos. A polícia informou que os três procuraram a defesa de Alemão e exigiram R$ 50 mil para não expor novos vídeos e também se propuseram, com o pagamento, a testemunhar a favor do ex-BBB, conforme a defesa dele preferisse.

Os três suspeitos são Daniel Alves, testemunha que gravou os vídeos da prisão de Diego, e os advogados Maurício Tesserolli e Walter Fontes. Eles deixaram a prisão dois dias depois.

À época, Diego procurou a polícia para abrir um Boletim de Ocorrência (B.O.) sobre o caso.

O advogado Ygor Nasser Salah Salmen, que defende os advogados Maurício Tesserolli e Walter Fontes, disse que os profissionais são experientes, sem qualquer mácula em suas vidas pregressas, e que tiveram suas honras maculadas, imagens ridicularizadas e nomes amplamente divulgados, por indivíduos sem qualquer senso de responsabilidade.

“Não existe alguma reparação para tamanho constrangimento, mas sempre deixamos claro que todos os envolvidos serão responsabilizados pelos atos cometidos nas esferas competentes (civel, criminal e no âmbito administrativo)”, acrescentou o advogado.

O G1 tenta contato com os demais citados na reportagem.

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Fonte: Post Completo

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