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‘Cartão vermelho’ de Bolsonaro e NY apagam alta do Ibovespa com vacina | Bolsas e índices

O clima no mercado está bem mais pesado do que o Ibovespa empatado no acumulado da semana, terminada nesta sexta-feira (18), sugere.

  • Logo na segunda-feira (14), o Ibovespa garantiu a gordura que foi sendo queimada ao longo da semana, com alta de quase 2%. Havia uma perda de intensidade ainda maior a ser reposta da semana anterior, quando o índice afundava junto à “Big Tech” americana, e sob efeito das preocupações de sempre com o risco fiscal. A liberação da vacina em teste por Astrazeneca e Universidade de Oxford, após suspensão dos trabalhos, foi uma injeção de ânimo certeira para 68 dos 77 papéis da carteira teórica subirem.

  • Na terça (15), o presidente Jair Bolsonaro sacou um “cartão vermelho” para o projeto Renda Brasil, ideia do outrora inquestionável ministro da Economia, Paulo Guedes. O ex-capitão classificou a ideia da equipe do economista, de congelar aposentadorias para custear o projeto, como um “devaneio de alguém desconectado da realidade”. E avisou que o Bolsa Família, detratado por ele nos anos de deputado federal, segue firme.

Foi a senha para investidores pularem fora de ações ligadas ao ciclo doméstico e tentarem se proteger em papéis de exportadoras – à exemplo do primeiro “carrinho”, como definiu o próprio ministro, dado por Bolsonaro em Guedes, quando rechaçou a ideia de acabar com o abono-salarial em troca do Renda Brasil. E o Ibovespa terminou a terça-feira no zero a zero.

O mercado confia desde as eleições passadas em Guedes para conduzir a economia brasileira para um bom caminho. Mas, depois do episódio, já nem tanto assim no poder de decisão do ministro no Planalto.

  • Na quarta-feira (16), ou melhor, super-quarta-feira, foi dia de cautela de olho, às 15hs, na decisão sobre juros nos Estados Unidos. E, no restante do pregão, tempo de roer unhas no aguardo da decisão também do Banco Central do Brasil.

A decisão em si do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi sem surpresas. Juros mantidos entre 0 e 0,25% ao ano. Em Jackson Hole, nos últimos dias de agosto, o chefão do Fed, Jerome Powell, já havia dito que não tocará tão cedo nos juros. E mesmo se a inflação vier, se esse for o preço pela retomada do emprego e do crescimento da renda dos americanos. Tem tudo para ser assim, ao menos, até 2023.

No entanto, por Powell adotar o mesmo tom realista já escolhido em outras ocasiões durante a crise, investidores iniciaram nova onda de realizações nos Estados Unidos.

Bolsas podem até ter subido às proximidades ou mesmo acima dos níveis pré-crise. Mas, por mais que juros tenham sido zerados e dezenas de trilhões de dólares, injetados por Powell nos mercados, não basta. A economia real segue uma draga, o desemprego, alto, e empresas, endividadas. E, para ele, a crise se arrastará ainda por vários anos.

O banqueiro dos banqueiros afirma que seguirá dando estímulos monetários, o quanto for preciso. Mas que a atividade econômica depende de mais estímulos fiscais para engrenar. O problema é que já faz mais de dois meses que republicanos e democratas não consegue entrar em acordo sobre um novo pacote de gastos nos Estados Unidos. E conforme vai chegando perto das eleições à Casa Branca, a tensão entre os dois grupos aumenta.

  • E eis outro motivo de apreensão. Toda mudança, ainda que depois se mostre positiva, traz incerteza. E incerteza é tudo aquilo que não se deseja para investir.

Adversário do presidente republicano Donald Trump, o candidato democrata Joe Biden, ex-vice-presidente de Barack Obama, está a frente nas pesquisas. Daniel Clifton, sócio e chefe de análise política da Strategas, em webinar promovido pela Turim MFO na semana, apontou chances de 55% de troca de comando na Casa Branca.

“Mas não contem com a derrota de Trump”, diz Clifton. “Conforme os números de casos de Covid-19 e da economia começam a melhorar, cresce também o apoio a ele.”

Ou seja, existe incerteza natural sobre como seria Biden presidente. E há incerteza, também, sobre se ele vai mesmo manter a vantagem sobre Trump até 3 de novembro, data da votação.

Momento perfeito para investidores, receosos, embolsarem parte dos ganhos obtidos no rali dos últimos meses, sobretudo com a “Big Tech” e seus recordes em meio aos caos. Com o Ibovespa acompanhando as bolsas americanas, fechou em baixa na quarta, à espera da decisão sobre juros no Brasil.

  • Na quinta-feira (17), o Ibovespa até que subiu, mas foi suado. Seria natural imaginar um dia de ganhos fartos. Ficou decidido no Brasil na noite passada que a meta para os juros básicos (selic) não só seria mantida nos 2% ao ano, como já se esperava. Foi avisado ainda que, se a inflação e o teto de gastos ajudarem, os juros não voltam a subir tão cedo no Brasil, podendo até mesmo cair mais.

Se for assim, com rendimentos mirrados da renda fixa de curto prazo, o fluxo de investidores em busca de algum retorno, tende a manter preços de ações em alta no Brasil. O problema é esse “se”.

Investidores seguem confiando ao ministro Paulo Guedes a missão de controlar o endividamento público, que por força da crise salta neste ano de 85% para 100% da renda nacional. No entanto, convenhamos que, se um dia ele teve mesmo carta branca para mandar e desmandar em tudo o que diga respeito à economia, já foi rasgada e jogada fora faz tempo. O “cartão vermelho” dado pelo presidente Bolsonaro a ele e equipe na última terça não permite pensar o contrário.

Além dos problemas locais, o Ibovespa precisou vencer ainda na quinta-feira o clima bem adverso no exterior. As palavras indigestas ditas um dia antes por Powell continuaram tendo poder.

  • Nesta sexta (18), finalmente, sem ações de Vale e Petrobras para ajudar, como foi no último pregão, o Ibovespa cedeu ao climão nas bolsas da Europa e dos Estados Unidos. Os novos recordes de contágio por covid-19 sendo batidos em países como França e Espanha, que há meses pareciam ter vencido o pior da pandemia, trazem apreensão. E as incertezas americanas se mantiveram cortado preços de ações.

A falta de confiança no comprometimento do presidente Bolsonaro com a agenda de cortes de gastos e diminuição do papel do estado na economia sofreu novo revés nesta sexta. Não que alguém tivesse muitas esperanças concretas de ver Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Casa da Moeda vendidos à iniciativa privada. Mas a negativa explícita presidencial, e a forma de deixar isso claro, arranharam ainda mais o verniz “liberal”, digamos, com que seu governo foi pintado.

O pessoal fala, ‘interferi’… Exerci um direito meu, não é interferência, é um direito meu”, disse Bolsonaro sobre seu posicionamento, em sua live semanal no Facebook. Ou seja, quem dá a palavra final na economia é naturalmente o presidente mesmo. E não o subordinado Paulo Guedes, como muitos foram levados a crer desde a campanha de 2018.

O Ibovespa fechou a sexta-feira em queda de 1,81%, aos 98.290. Na semana, com a maior parte dos ganhos garantidos na segunda, acumulou 0,07% de baixa.

  • Das 77 ações do Ibovespa, que movimentaram R$ 22 bilhões na sessão, apenas três fecharam o dia em alta.

E enquanto o Ibovespa foi aumentando o ritmo de queda, já presente desde a abertura, o preço do dólar foi acelerando a alta aqui no Brasil. Disparava no fim do dia.

O dólar comercial saltou nesta sexta 2,83%, aos R$ 5,3782. Na semana, acumulou alta de 0,83%.

Depois do leilão de títulos do Tesouro na véspera, que acalmou aquele princípio de inclinação da curva de juros, os riscos no ar voltaram a agir nesta sexta.

  • As taxas de contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) mais curtas, para janeiro de 2022, que refletem expectativas mais imediatas para a Selic, subiram a despeito dos avisos do BC de 2,82% para 2,87%;
  • Já no fim da curva, foi acusado claramente o cheiro de calote federal invadindo narinas. Afinal de contas, caso o endividamento público fuja do controle, vai ficar difícil para o governo continuar oferecendo rendimento tão baixo em troca tão baixos por seus títulos. Você aí, não cobraria mais caro de quem pede dinheiro a você, mas já deve até as calças? Então… Taxas para janeiro de 2027 pularam de 7,01% para 7,29%.

O índice da bolsa de Xangai, na China acumulou na semana ganhos de 2,38%.

E esses ganhos foram garantidos nesta sexta-feira mesmo, com forte disparada. A descompressão da aversão ao risco repentina veio da interrupção do fortalecimento do yuan contra o dólar. O fortalecimento da moeda da China joga contra a competitividade da produção local.

No dia, o fim do rali veio com a moeda americana ficando 0,06% mais cara na China, indo aos 6,76 yuans por dólar. Na semana, o dólar ficou quase 1% mais barato para os chineses.

Saldo da sexta do outro lado do mundo:

  • SSE Composite (Xangai): +2,07% (3.338 pontos)
  • Hang Seng (Hong Kong): +0,47% (24.455 pontos)
  • Kospi (Seul): +0,26% (2.412 pontos)
  • Nikkei (Tóquio): +0,18% (23.360 pontos)
  • ASX 200 (Sidney): -0,32% (5.864 pontos)

O Stoxx 600 ficou quase de lado na semana, com alta de 0,22%, aos 368,78 pontos. O índice leva na carteira os 600 papéis mais negociados da Europa.

Lembra lá no começo da pandemia, quando era epidemia ainda, e os setores que mais apanhavam nas bolsas eram os ligados ao turismo? Voltou a ficar assim na Europa. Porta de entrada da covid-19 no Ocidente, em abril, a situação faz meses parecia melhor controlada por lá. Mas o relaxamento de medidas de quarentena calhou de reaquecer as curvas de contágio no velho continente.

  • Na Espanha, recordes diários de contágio têm sido batidos, na altura dos 12 mil;
  • Na França a mesma coisa, na casa dos 10 mil casos;
  • No Reino Unido, com mais de 3 mil, na Alemanha, com 2 mil, e na Itália, com 1,5 mil registros por 24 horas, as taxas de contágio estão no patamar abandonado de maio.

Foto do fechamento dos cinco principais mercados da Europa:

  • Dax (Frankfurt): -0,70% (13.116 pontos)
  • FTSE (Londres): -0,71% (6.007 pontos)
  • CAC (Paris): -1,22% (4.978 pontos)
  • FTSE MIB (Milão): -1,09% (19.524 pontos)
  • Ibex 35 (Madri): -2,21% (6.929 pontos)

Nos Estados Unidos, o S&P 500, com os 500 papéis mais negociados de Wall Street, teve perdas de 0,64%. O Nasdaq, com 40% da carteira dedicados à tecnologia, de 0,56%.

Analistas continuam, em sua maioria, bastante reticentes em falar que uma bolha de tecnologia foi inflada e, agora, estourada nos Estados Unidos. Mas, fato é, desde o último recorde batido pelo Nasdaq, em 2 de setembro, até aqui, o índice caiu em apenas 11 pregões, o tombo foi de 10,47%.

Fechou assim a sexta em Nova York:

  • Dow Jones: -0,88% (27.657 pontos)
  • Nasdaq: -1,07% (10.793 pontos)
  • S&P 500: -1,12% (3.319 pontos)

Papéis da Suzano, solitários, fecharam na liderança de ganhos com alta de 2,10%. Foi o que sobrou de exportadora beneficiada pelo estirão dado pelo dólar.

  • Papéis do grupo RaiaDrogasil subiram 1,29%;
  • Ações da Magalu subiram 0,13%, salvando a pele do e-commerce e resintindo à pressão dos pares americanos. Seu presidente foi eleito nesta sexta o executivo mais inovador do ano na 6ª edição do Prêmio Valor Inovação Brasil. A companhia anunciou ainda novo desdobramento de ações.

Do mais, é claro, as intensidades das quedas variam de acordo com a peculiaridade de cada empresa. Mas sobrou para nada menos que 75 ações, das 77 da carteira teórica.

As 77 do Ibovespa (18.9.20)

CódigoNomeAberturaMínimaMédiaMáximaFechamentoVar. %
SUZB3 SUZANO S.A. ON NM48,9748,6650,6351,7050,052,10
RADL3 RAIADROGASILON NM114,03114,00115,29116,95115,471,29
MGLU3 MAGAZ LUIZA ON NM87,6086,0487,6589,5587,160,07
SBSP3 SABESP ON NM47,6746,3847,5048,4347,47-0,04
BRAP4 BRADESPAR PN N145,7745,3845,8246,4045,66-0,07
JBSS3 JBS ON NM23,3022,9723,4024,0123,27-0,09
BEEF3 MINERVA ON NM13,1813,0313,2713,6913,14-0,15
TOTS3 TOTVS ON NM28,2727,7928,3428,8728,30-0,25
GNDI3 INTERMEDICA ON NM69,0167,3769,0870,1969,43-0,39
RENT3 LOCALIZA ON EJ NM52,5852,1852,7153,3952,70-0,47
MRFG3 MARFRIG ON NM16,4716,2916,6017,1016,43-0,67
FLRY3 FLEURY ON NM29,4228,7829,2529,6829,32-0,68
VALE3 VALE ON NM62,4861,6662,2363,1061,66-0,68
UGPA3 ULTRAPAR ON NM22,8322,6522,9323,1922,95-0,78
KLBN11 KLABIN S/A UNT N225,4225,0725,4426,3225,19-0,87
B3SA3 B3 ON NM56,1655,5156,5257,9056,13-0,97
VIVT4 TELEF BRASILPN47,0846,1046,5147,2046,55-1,15
ECOR3 ECORODOVIAS ON NM13,0412,8212,9613,0912,99-1,22
PCAR3 P.ACUCAR-CBDON NM76,0074,6075,2176,2175,30-1,23
NTCO3 GRUPO NATURAON NM52,2451,1352,0753,1052,05-1,31
WEGE3 WEG ON NM62,3061,7662,2663,4561,99-1,32
CRFB3 CARREFOUR BRON NM21,3720,9021,1221,4321,18-1,40
TAEE11 TAESA UNT N228,6128,2128,3428,7028,21-1,43
TIMP3 TIM PART S/AON NM14,1213,9114,0214,2214,03-1,54
YDUQ3 YDUQS PART ON NM29,6028,8029,2029,6029,35-1,58
EGIE3 ENGIE BRASILON NM42,6942,0242,2542,9042,11-1,73
BBDC3 BRADESCO ON N118,9118,5518,7418,9418,77-1,78
GOAU4 GERDAU MET PN N19,519,409,579,759,44-1,87
BBSE3 BBSEGURIDADEON NM25,9525,4025,5726,0425,60-1,92
BRFS3 BRF SA ON NM21,3820,7921,3322,0420,94-1,97
CSNA3 SID NACIONALON16,7116,3116,5816,8816,40-1,97
RAIL3 RUMO S.A. ON NM21,7521,1421,4121,8321,35-1,97
QUAL3 QUALICORP ON NM32,5031,5631,9032,5131,97-2,05
CSAN3 COSAN ON NM76,1673,4374,4376,1774,05-2,06
HAPV3 HAPVIDA ON EJ NM64,3662,1063,1964,6162,74-2,06
HGTX3 CIA HERING ON NM18,4017,9018,1518,5118,10-2,11
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GGBR4 GERDAU PN N121,3820,8021,2421,7720,96-2,24
PETR4 PETROBRAS PN N221,9921,5521,8122,1521,65-2,26
EQTL3 EQUATORIAL ON NM23,0322,6322,8223,2522,78-2,36
LAME4 LOJAS AMERICPN N129,9029,0529,5330,3529,40-2,36
BBDC4 BRADESCO PN N120,4720,0420,2120,5120,08-2,38
AZUL4 AZUL PN N228,9027,9028,4629,3428,20-2,46
CCRO3 CCR SA ON NM14,0713,7513,8914,1413,84-2,47
ITUB4 ITAUUNIBANCOPN N123,5023,0323,2123,6223,10-2,49
BBAS3 BRASIL ON EJ NM31,9531,1531,5332,0231,34-2,52
ENBR3 ENERGIAS BR ON NM18,5018,0718,2118,5318,08-2,53
SANB11 SANTANDER BRUNT27,8627,2027,4027,8927,34-2,57
CYRE3 CYRELA REALTON NM23,6922,6823,0923,7123,02-2,58
IGTA3 IGUATEMI ON NM36,3735,0335,4736,3735,45-2,58
CMIG4 CEMIG PN N110,8210,5710,6910,8410,63-2,66
PRIO3 PETRORIO ON NM38,8137,5338,5939,8038,11-2,68
ELET6 ELETROBRAS PNB N134,1433,1033,6434,6233,50-2,70
ELET3 ELETROBRAS ON N133,1132,0432,6833,6232,39-2,73
ABEV3 AMBEV S/A ON13,1112,7912,9413,1712,79-2,81
ITSA4 ITAUSA PN N19,218,999,069,238,99-2,81
CVCB3 CVC BRASIL ON NM17,7617,0817,3017,7817,28-2,92
BTOW3 B2W DIGITAL ON NM96,6993,0594,9098,7094,19-3,21
CPFE3 CPFL ENERGIAON NM29,8528,9029,2029,8529,00-3,37
SULA11 SUL AMERICA UNT N240,8939,8440,2041,2639,84-3,44
HYPE3 HYPERA ON NM31,1230,1830,5831,2830,22-3,45
BRDT3 PETROBRAS BRON NM21,9121,2821,5321,9821,40-3,47
BRKM5 BRASKEM PNA N122,4521,6922,0522,6221,81-3,58
VVAR3 VIAVAREJO ON NM18,0217,1117,6518,2717,43-3,60
MULT3 MULTIPLAN ON N222,9121,8822,2022,9122,07-3,67
ENGI11 ENERGISA UNT N244,8342,8043,1245,0843,00-3,87
EZTC3 EZTEC ON NM39,3037,8138,1839,3037,81-3,91
BRML3 BR MALLS PARON NM9,739,389,499,769,40-3,98
COGN3 COGNA ON ON NM5,775,505,605,795,53-4,16
EMBR3 EMBRAER ON NM6,926,626,756,936,68-4,16
USIM5 USIMINAS PNA N111,3910,8611,1311,6410,96-4,20
MRVE3 MRV ON NM16,9716,2716,5216,9716,27-4,41
GOLL4 GOL PN N221,0719,8820,3421,2820,10-4,78
IRBR3 IRBBRASIL REON NM5,935,565,735,935,62-4,91
BPAC11 BTGP BANCO UNT N279,0075,7676,9679,7575,76-4,97
LREN3 LOJAS RENNERON NM44,0742,2442,8544,4742,24-4,97
CIEL3 CIELO ON NM4,524,254,354,544,26-6,58


Fonte: Post Completo

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